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Vereadora Monica Leal se posiciona e alerta autoridades sobre possivel manifestação antissemita no show de Roger Waters em Porto Alegre

12.01.2018

O músico e compositor Roger Waters, além de mundialmente conhecido como ex-lider da banda Pink Floyd e autor de clássicos do rock como o álbum The Wall(1975), também vem chamando a atenção nos últimos anos como um ferrenho ativista do Movimento BDS que apoia o boicote, o desinvestimento e sanções contra o Estado de Israel como forma de pressão sobre a causa palestina.

O artista tem um espetáculo marcado para o dia 30 de outubro de 2018 em Porto Alegre. Esta será a terceira apresentação do músico na Capital Gaúcha. Na sua última passagem, com o espetáculo The Wall, membros da comunidade judaica se sentiram constrangidos ao verem um balão gigante, parte da cenografia, em formato de porco com os logotipos de empresas multinacionais, cifrões, frases de efeito e, vejam só: uma Estrela de David. A mensagem é clara, o porco representa os exploradores, capitalistas, os culpados das mazelas do mundo, segundo o autor. Não à toa que, há poucas semanas, Waters referiu-se ao presidente americano Donald Trump chamando-o de porco.

ROGER-WATERS-CONCERT-PIG

A noticia do espetáculo em Porto Alegre, em outubro, reacendeu a polêmica e preocupou a comunidade judaica. Ao interar-se do caso, a vereadora Monica Leal se manifestou, notificando o Ministério Público e a Chefia de Polícia da Capital, para que sejam tomadas ações preventivas a fim de evitar que a imagem seja exposta novamente, lembrando que segundo nossa legislação, trata-se de crime de racismo. Abaixo a carta endereçada pela política ao Procurador de Justiça do Estado.

 

Monica Leal Waters

Clique na carta para ler

BDS 

O movimento BDS persiste em tentar aplicar, injustamente, o terrível adjetivo de “regime de apartheid” ao Estado de Israel. De forma superficial e maniqueísta, as lideranças do movimento julgam e condenam, ocultando que em Israel existem partidos representativos da população árabe no Parlamento, assim como membros no gabinete do governo; tem embaixadores e oficiais árabes no alto escalão nas Forças Armadas. As universidades estão repletas de estudantes árabes e os hospitais cheios de competentes médicos árabes. Na verdade, os árabes mais livres e com o mais alto padrão de vida no Oriente Médio (sem contar os países produtores de petróleo) são os de Israel. Só em Israel as mulheres árabes são livres para estudar e trabalhar em qualquer área de sua escolha. Elas compõem 70% do corpo estudantil árabe em Israel. Os gays e homossexuais palestino-israelenses e árabes só encontram refúgio para viver sua identidade em paz na maior cidade israelense: Tel Aviv.

No mundo, principalmente na Europa, grupos de ativistas políticos e ONGs utilizam o BDS para tentar atingir Israel em seu lado moral e econômico, sem se importar que, ao mesmo tempo, seu objetivo prejudica mais os próprios árabes que fazem parte do mercado israelense e os ativistas pacifistas que não concordam com as diretrizes dos governos do Likud de Netanyahu.

Dentre as ações, além de propor boicotar produtos produzidos em Israel, desfazer contratos com empresas israelenses, o movimento tem forte atuação na área acadêmica, influenciando contra a participação de professores israelenses em universidades da Europa e EUA. Na área cultural e artística, nomes como Roger Waters busca usar da sua notoriedade para pressionar artistas de todo mundo a não se apresentar em Israel. Em alguns casos tem sucesso, mas vários artistas, como por exemplo Madonna, Elton John, Ringo Starr, Bon Jovi já se negaram a seguir essa diretiva pautada de forma impositiva, claramente influenciada por grupos políticos com uma agenda especifica contra um estado democrático e livre como Israel.

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