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FIRS recebe presidente do Fórum Mundial de Editores de Jornais

13.07.2016

O tema do café da manhã desta quarta-feira (13) foi comunicação. E para falar sobre o assunto, a diretoria da Federação Israelita recebeu o presidente do Fórum Mundial de Editores de Jornais e vice-presidente Editorial do Grupo RBS, Marcelo Rech.

“Estamos vivendo uma grande revolução, especialmente no campo da comunicação”, sentenciou Rech logo no início da conversa. Para o experiente jornalista, se antes a palavra e as opiniões estavam só de um lado, hoje, com o advento das redes sociais, ela está em todos os lugares. E isso traz grandes implicações.  “O jornalismo que conhecíamos nos trouxe até aqui. Agora, o jornalismo profissional precisa de outro patamar de credibilidade”, avalia.

Com a profusão de informações, em que as notícias se multiplicam de forma exponencial, Marcelo acredita que a alternativa para os consumidores será, cada vez mais, buscar marcas de credibilidade. E para a imprensa, buscar a confiança dessa audiência.

Neste grande confronto de opiniões, é preciso estar atento. “Tem muita informação, mas também a notícia falsa que serve apenas para disseminar de ódio e violência. É preciso saber diferenciar os interesses por trás daquela informação. Existem causas legítimas e outras não”.

Outro aspecto negativo da rapidez e fugacidade das coisas é a banalização da violência. “Antes, um assalto a ônibus era notícia. Hoje, está no rodapé do jornal ou nem é divulgado. E isso é um problema. Não estamos conseguindo estabelecer hierarquias claras sobre o tamanho e espaço de cada notícia”.

A autocrítica veio também quando questionado sobre a cobertura de acontecimentos internacionais. Para Rech, a imprensa brasileira cobre mal esses eventos e os motivos passam pela falta de tradição, recursos escassos e porque estamos “de costas para o mundo”. “Para poucas coisas estamos abertos. O futebol é um exemplo. Nas questões geopolíticas não temos nenhum especialista aqui”. A disputa por espaço, já que notícias não faltam por aqui, e a falta de interesse da audiência justificam essa carência.

As discussões discorreram ainda sobre a apuração de notícias, posicionamentos editoriais, o papel da imprensa na sociedade e a cobertura do online e do impresso.

Ao final do encontro, o presidente da FIRS, Zalmir Chwartzmann, concordou com Marcelo de que a confiança é o caminho para as relações. “Quando é uma relação fraterna, estamos no caminho”. Foi a deixa para fazer o reconhecimento da comunidade ao apoio de Rech em toda a divulgação do Grupo RBS para a campanha de Iom Mitzvá.

“Quando recebemos o apoio do Marcelo e da RBS, triplicamos as doações. Esse é um exemplo positivo de relação”, completou Zalmir.

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