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Câmara Municipal de Porto Alegre homenageia os 69 anos do Estado de Israel

10.05.2017

Os 69 anos da criação do Estado de Israel foi homenageado pela Câmara Municipal de Porto Alegre, na última terça-feira (09/05). Além da diretoria da FIRS e representantes da comunidade judaica, a sessão solene, proposta pelo vereador Valter Nalgestein, contou com a presença do vereador Reginaldo Pujol, presidindo a sessão, o presidente da CONIB, Fernando Lottenberg, a representante da Agência Judaica no Brasil, Revital Poleg, a deputada Liziane Bayer, representando a Assembleia Legislativa, o vereador Elizandro Sabino, representando a Prefeitura Municipal, a promotora de justiça Sandra Goldman representando o Ministério Público do Estado, o presidente do Conselho Geral das Entidades Judaicas no RS, Henry Chmelnitsky e a vereadora Mônica Leal.

Já tradicional no legislativo, Nalgestein relembrou que a homenagem é realizada desde 1973, por iniciativa do vereador Reginaldo Pujol e depois pelo já falecido vereador Isaac Ainhorn. Ele aproveitou a tribuna para fazer uma crítica ao posicionamento do Brasil na resolução da Unesco de retirar a soberania de Israel da cidade de Jerusalém. “O povo judeu resistiu e reafirmou sua ligação eterna com Jerusalém e devemos sempre manter firme nosso comprometimento com essa causa”, afirmou Nalgestein.

Para o presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul, Zalmir Chwartzmann, é uma sempre uma honra receber o prestígio da Câmara. “Nos sentimos sempre representados por essa Casa”, afirmou.

O presidente da Confederação Israelita do Brasil, Fernando Lotternberg, fez uma comparação da Capital com Israel. “Porto Alegre tem uma característica marcante que é o fato de receber imigrantes de várias regiões do mundo, se tornando um mosaico multicultural e Israel tem um traço semelhante”, disse. Lotternberg também lamentou a posição do Brasil na resolução da Unesco. E finalizou dizendo que “o Estado de Israel é moderno, mas sem perder suas origens.”

O Estado de Israel foi proclamado no dia 14 de maio de 1948, de acordo com o plano de partilha da ONU de 1947. Menos de 24 horas depois, os exércitos regulares do Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram o país, forçando Israel a defender a soberania que acabara de reconquistar em sua pátria ancestral. Nesta luta – conhecida como a Guerra de Independência de Israel – as recém-formadas Forças de Defesa de Israel (FDI), pobremente equipadas, rechaçaram os invasores em lutas ferozes e intermitentes, que se prolongaram por 15 meses, e custou a vida de 6.000 israelenses (quase 1% da população judaica no país na época).

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