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Atentado à Amia completa 24 anos sem nenhum condenado

20.07.2018

Às 9h53min desta quinta-feira dia 18 de julho, horário em que, há 24 anos, ocorreu a explosão da bomba que matou 86 pessoas, feriu mais de 300 e destruiu a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em Buenos Aires, teve início um ato em memória das vítimas. O presidente Mauricio Macri não compareceu e preferiu se reunir na terça, dia 17, com membros atuais da Amia e familiares de sobreviventes. Representantes do Governo, como a vice-presidente, Gabriela Michetti e o chefe de gabinete, Marcos Peña marcaram presença. A Conib estava representa pelo seu presidente do Conselho Consultivo, Claudio Lottenberg.

O crime até hoje não foi resolvido. A cena foi alterada, e várias pessoas envolvidas com o caso ou foram desligadas por corrupção, ou morreram misteriosamente, como o promotor Alberto Nisman, em 2015. Ambos os casos – Amia e Nisman – seguem em investigação. No caso do atentado, há seis acusados. Em outubro de 2006, o promotor declarou formalmente que o Irã foi o autor intelectual e o Hezbollah, o responsável por ter levado a cabo o atentado. Foram emitidas ordens de capturas à Interpol a cinco iranianos ligados ao governo e a um libanês, que seria integrante do Hezbollah.

A morte de Nisman, que comandava as investigações, continua um mistério. Embora a Justiça tenha descartado a hipótese de suicídio, sustentada a princípio, ainda não se esclareceu quem teria executado e ordenado o crime. O promotor morreu uma semana antes de apresentar uma denúncia contra a então presidente Cristina Kirchner. Para ele, a mandatária teria colocado obstáculos à investigação sobre a Amia para fechar um acordo comercial com o Irã.

O governo emitiu nesta quarta (18) uma declaração na qual destacou seu “firme compromisso na luta contra a impunidade e a busca da verdade e da justiça” e disse que a investigação do que aconteceu é uma “causa compartilhada” por todos os argentinos. “Portanto, não devemos ceder no esforço para esclarecer este ataque e levar à justiça todos os responsáveis”, disse o executivo antes de reiterar sua “forte e permanente condenação do terrorismo e da violência em todas as suas formas”.

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